Pular para o conteúdo principal

Psol na Praça Contagem - Que cidade queremos?

Diante aos retrocessos que vivemos e assistimos ao vivo na politica de nosso país, convido todos e todas para pensar e construir uma saída coletiva e nas ruas, a partir de nossa cidade, Contagem.

Talvez seja o momento de nos posicionar e nos colocarmos como protagonistas nos espaços de participação e de representação democrática, pois destes que aí estão, perpetuando privilégios de pai para filho, não podemos esperar mais nada. Ou nos movemos para construir uma alternativa politica coletiva nas ruas ou os mesmos de sempre continuarão nos conduzindo para mais retrocessos conservadores e autoritários. Reitero o convite do PSOL Contagem para a construirmos uma saída politica na cidade.

PSOL NA PRAÇA


Mais do que nunca é momento de estarmos em alerta, nas ruas, contra golpismos, em defesa da democracia e da cidade. No próximo sábado (23/04) às 15h teremos mais um "PSOL Na PRAÇA" no Bairro Eldorado, Praça da Glória.

O encontro é aberto e realizado desde 2014 com o objetivo de dialogar com a população e fortalecer uma alternativa politica para a cidade. É assim, nas ruas, nas praças , nos espaços públicos, e não em negociatas fechadas em gabinetes, que o PSOL vem construindo as posições do partido diante dos problemas sociais de Contagem. Só teremos saídas reais com novas práticas, formas e métodos de se construir a política brasileira com a participação do povo.

"Que cidade queremos?", "a cidade e sua relação com os direitos humanos", são questões norteadoras deste momento.

Venham participar. Nos ajudem a convidar as pessoas e a divulgar esse evento. ‪#‎psolcontagem‬

Confirme presença e interaja no evento: https://goo.gl/6tVs8m

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Jessé Duarte lança, Bichinho. Nova publicação artesanal

Cordel histórico sobre o único inconfidente negro a ter participado da conjuração mineira. E xemplares adquiridos antes do dia 09 de dezembro serão enviados após a noite de lançamento com dedicatória.  clique aqui para comprar É com grande prazer que anuncio mais uma publicação de minha autoria e confecção. Dando sequência a produção artesanal, no dia 09 de dezembro, realizarei o lançamento da obra, Bichinho, inspirada pela vivência e estudos sobre as histórias de uma comunidade no interior de Minas Gerais. Bichinho é um cordel com narrativa histórica sobre o único inconfidente negro a ter participado da conjuração mineira. A obra fala da trajetória de Vitoriano Veloso e da sua relação com o vilarejo conhecido como “Bichinho”. Sendo filho de escrava, alfaiate e mensageiro da inconfidência, por confrontar a colonização, ele acaba preso e recebe a pena adicional de desterro após ser açoitado em volta da forca de Tiradentes. Uma história pouco contada e quase perdida em me

Colorido só por fora: contos periféricos

Lançado em 17 de julho de 2015, na periferia de Contagem (MG). "Colorido só por fora: contos periféricos" reúne doze contos que narram o cotidiano da periferia mineira. Com uma proposta de obra interativa, a capa do livro pode ser colorida pelo leitor. Cada capa pode ser única, diferente e compartilhada no blog ou no facebook do autor. AUTOR: Jessé Duarte REVISÃO: Fabiola Munhoz ILUSTRAÇÃO: Rodrigo Marques PROJETO GRÁFICO: Gilmar Campos ORIENTAÇÃO: Filipe Fernandes EDITOR: Marcelo Dias Costa CLIQUE AQUI PARA COMPRAR ******* APRESENTAÇÃO Por Daniela Graciere Atriz, artista visual e pesquisadora cultural de Contagem (MG).  Um sentimento paradoxal me vem ao ler “Colorido-só-por- fora”. A beleza das palavras sobre algo triste da periferia, que por muitas vezes, não passa de ser a simples realidade encontrada sob uma ótica de um ator marginal. Alguns podem achar fatalista, no entanto, a fatalidade está escancarada na realidade que é pintada por

À Cidade de Contagem - Poesia

Cidade de Contagem? Quem conta essa cidade? Será mesmo uma cidade? O que se conta em contagem? O tempo do operário na produção o dinheiro desviado que não chegou na população? O que contam seus poetas cidade poluída? São loucos? Iguais trabalhadores na forja das dores na trova dos favores? Contam, que a cidade de faz de conta(gem) se perde dela mesma nas mãos de famílias e coronéis do trafico de influencias. Contam, que já não gritam nos piquetes. Silenciam a custo dos recursos do (sus)to da ameaça. Traficoronelismo das aparências mortais morais mentais. Contam, as horas nas filas dos hospitais os moradores desesperados. Desamparados desesperançados desacreditados. Que o politico disse que faria e não fez. Deixou pro próximo e o pai passou a vez. Herança maldita dos senhores do alho, do asfalto e das novas contagens que surgem da fumaça industrial. Embaçam a escravidão infantil. Oferecem abobrinhas para sanar a fome e educam com chaminés. Tir